segunda-feira, 12 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Homenagem por serviços prestados a sociedade do R.J.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Policiais e comerciantes do Flamengo, zona sul do Rio, realizam grande festa para as crianças
Pela primeira vez, a comunidade do Morro Azul, no Flamengo, comemora o Dia das Crianças e o fim da violência. Antes, um campo de guerra, agora o bairro dá lugar a sorrisos e muitos presentes.
Polícia ocupa Morro Azul, no Flamengo, sem ajuda de UPP

Depois de anos controlado pelo tráfico, o Morro Azul, no Flamengo, não precisou da instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) para se livrar do poder armado da quadrilha. Após a morte do chefe da venda de drogas na favela, Renato Ferreira da Silva, o Red Bull, há cerca de 40 dias, a PM ocupou a área. Um antigo prédio da prefeitura, que estava desativado há quatro anos, serve agora como base para policiais do 2 BPM (Botafogo). Em paz, moradores torcem pela permanência da polícia no morro.
- Se essa parceria com a polícia não funcionar, vai morrer todo
mundo. Foi a comunidade que pediu à polícia a ocupação da favela. Há
anos eu esperava por esta tranquilidade - disse um morador, sem se
identificar.
Repórteres do GLOBO estiveram, nesta segunda-feira, no Morro Azul.
Sem a presença de homens armados ou bocas de fumo, moradores organizavam
para hoje uma festa do Dia das Crianças, com apoio de comerciantes das
redondezas. Na comemoração, acontecerá algo inédito na favela: estarão
presentes integrantes da banda da PM e cães adestrados da corporação.
- Os traficantes que estavam no Morro Azul não eram da comunidade.
Eles pertenciam à Rocinha e ao São Carlos (morro no Estácio). Com a
morte do Red Bull, dizia-se que traficantes de uma facção rival (do
Morro Santo Amaro, no Catete) planejavam ocupar a favela. Para impedir
essa invasão, moradores pediram a presença da polícia - contou o cabo
Marco Aurélio, do 2º BPM.
Segundo o cabo, que há 11 anos faz o patrulhamento da área, antes da
ocupação, era comum corpos serem abandonados na comunidade, onde vivem
cerca de 3.500 pessoas e que fica a apenas um quilômetro do Palácio
Guanabara, a sede do governo estadual. Além disso, havia assaltos a
residências nas imediações. Com a chegada da polícia, as pichações da
facção criminosa que controlava o morro estão sendo apagadas.
Novo comandante manterá policiamento
Moradora da favela desde que nasceu, há 44 anos, a telefonista Leda
de Souza do Carmo comemora a ocupação policial. Ela conta que o seu
filho mais velho, de 23 anos, se envolveu com o tráfico local. Na época,
ela sofria com bandidos que faziam disparos na porta da sua casa. Para
retirar o filho do crime, Leda internou o rapaz numa clínica de
recuperação.
- Depois que saiu da clínica, há dois anos, meu filho não voltou mais
à comunidade. Agora, estamos em paz e ele poderá me visitar - disse
Leda.
A aposentada Lucinda Jesus, de 86 anos, também está satisfeita:
- A presença da polícia está trazendo mais segurança e alegria para
todos nós. Os policiais são bem-educados e as crianças gostam deles.
E não é só no morro que a tranquilidade foi percebida. A mudança na
rotina de violência na favela também já foi constatada pelo delegado
Alan Luxardo, da 9 DP (Catete):
- Volta e meia, aconteciam problemas no Morro Azul. Essa situação
mudou nos últimos dias. O morro está controlado e os resultados têm sido
positivos.
Apesar disso, a Associação de Moradores do Flamengo diz que, em algumas ruas do bairro, há queixas sobre violência.
- Os moradores da Rua Paissandu têm reclamado de assaltos. Mas, de
uma forma geral, estão todos satisfeitos com a presença da PM no Morro
Azul. Sempre defendemos a ocupação não só desta, mas de outras favelas
da região, como a do Cerro-Corá (no Cosme Velho) - disse Leila Maywald,
presidente da associação.
A ocupação do Morro Azul foi determinada pelo tenente-coronel Antonio
Carlos Carballo Blanco, então comandante do 2 BPM, cargo hoje ocupado
pelo tenente-coronel Antonio Henrique da Silva Oliveira. O novo
comandante não pretende mudar o policiamento da favela.
- A nossa intenção é levar tranquilidade à comunidade. Vou visitar o local e saber as demandas dos moradores - disse.
Para o coronel Robson Rodrigues da Silva, comandante das UPPs, esse é
um tipo de trabalho de prevenção e aproximação que, com o avanço das
Unidades de Polícia Pacificadora nas favelas onde o tráfico está mais
arraigado, poderá ser executado em comunidades menores, por todos os
batalhões do estado:
- O programa das UPPs é amplo, mas ele não vai contemplar todas as
comunidades do estado. Em localidades menores, basta o trabalho de
prevenção e proximidade com os moradores feito pelos próprios batalhões.
Nesse caso específico, durante muitos anos, o maior problema do 2º BPM
foi o Dona Marta. Agora, com a UPP, ele fica desonerado para fazer este
tipo de trabalho em comunidades como o Morro Azul.
Segundo informações de policiais, o traficante Red Bull teria sido
executado a mando de Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, chefe do
tráfico Rocinha, por causa de uma dívida muito alta. Nem fornecia
cocaína ao Morro Azul, que era controlado pela mesma facção que domina a
favela de São Conrado. O traficante morto chamava a atenção por usar um
grande pingente que era uma réplica da lata do energético Red Bull.
Na década de 90, o Morro Azul foi reduto do traficante Marco Antônio
Pereira Firmino da Silva, o My Thor, preso desde 2000. Ele foi
condenado, em fevereiro de 2003, a 11 anos de reclusão em regime
fechado, por homicídio. My Thor já tinha duas condenações anteriores,
por tráfico de drogas. Em 1995, o Morro Azul foi palco de uma intensa
troca de tiros entre traficantes e policiais. O confronto levou pânico a
moradores de ruas vizinhas à favela. Na época, eles reclamaram de
tiroteios frequentes.
Em janeiro do ano passado, PMs precisaram de picaretas, barras de
ferro e marretas para destruir uma cancela construída por traficantes no
Morro Azul. A intenção dos bandidos era dificultar o trabalho da
polícia no morro.
Vídeo da Band: Polícia Militar ocupa morro azul após morte do chefe do tráfico
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Grande culto de ação de graças por um ano de pacificação no Morro Azul!!
Convidamos você para participar do culto de ações de graça pelo 1º ano de pacificação no Morro Azul.
Data: 17 de Setembro de 2011.
Horário: 19:00 h.
Endereço: Rua Mambucaba, 682, em Coelho Neto RJ. Na Igreja Metodista.
Você é o meu convidado especial para este evento!!!
Marco Aurelio Azul e Paz.
Data: 17 de Setembro de 2011.
Horário: 19:00 h.
Endereço: Rua Mambucaba, 682, em Coelho Neto RJ. Na Igreja Metodista.
Você é o meu convidado especial para este evento!!!
Marco Aurelio Azul e Paz.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
UM TAL DE CABO MARCO AURELIO
Moro na Rua Marques de Abrantes há 30 anos e, vejam meus amigos, coisas que acontecem no Rio de Janeiro e muitas das vezes passam despercebidas: o Morro Azul no Flamengo era dominado pelo trafico há anos e, acreditem se quiser, foi pacificado graças a uma atitude corajosa de um tal Cabo MARCO AURELIO, não acreditei, porem perguntei a um morador da comunidade, que conheço há anos, e ele alem de confirmar me disse que este tal Cabo e tratado como herói principalmente entre as crianças; quantas vidas esta atitude salvou? Fico a pensar, o Sargento Alves foi tratado como herói merecidamente, apos impedir a continuação de um massacre, se o mesmo tivesse agido antes, não teria o mesmo mérito, poderia ate estar sendo investigado! E aquela velha historia da casa arrombada! Ironia? Em nossa sociedade a prevenção não tem a mesma importância da ação. Só queria saber se este tal Cabo Marco Aurélio foi condecorado na sua corporação, em minha opinião deveria ir a Coronel; só quem tem saudades dos tiros e crimes que existiam no bairro não vai aplaudir de pé esta atitude!!! VALEU CABO MARCO AURELIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Morador do Flamengo.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Como Tudo começou.
Nascido e criado no bairro de Coelho Neto,no Morro do Jorge Turco,Família Fundadora da Igreja Metodista situada neste bairro,orgulho imenso de ter tido o Maior Pai do Mundo,hoje está do lado do PAPAI DO CÉU,que saudade do Velho NESTOR,quem o conheceu pensa o mesmo que eu.Tive os mesmos sonhos de um menino pobre da favela:jogar futebol e cantar pagode;realizei,nao ganhei fama nem dinheiro,mais fui feliz quando fiz!Hoje sou um profissional da segurança pública,e através da conquista de pacificação no Morro Azul tento dar continuidade as obrigações sociais que tenho,pois contrariar as estatísticas,GRACAS A DEUS,me faz proporcionar oportunidades de vida que no meu tempo nao tive,se hoje DEUS me capacita,nao vou me acovardar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
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