sexta-feira, 12 de outubro de 2012
AGRADECIMENTO
Agradeço os votos recebidos, agradeço os meus amigos que acreditaram em mim.
Mesmo não tendo conseguido a vitória, me considero um vencedor pela experiência obtida!
E reafirmo meu compromisso de continuar trabalhando por mais respeito e dignidade para todos
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Policiais militares aposentados por invalidez sofrem com redução de triênios
Nos últimos três meses, policiais militares que se aposentaram por
invalidez causada por acidente no exercício da profissão estão tendo que
aprender a sobreviver com um salário reduzido. Desde o pagamento
relativo a julho, o estado diminuiu o valor dos triênios (gratificações
por tempo de serviço) e, em alguns casos, ainda promoveu descontos de
valores que os servidores teriam recebido de maneira indevida. Tudo isso
pegou os policiais de surpresa, já que não foi emitido sequer um
comunicado a respeito dos cortes.
A aposentadoria por invalidez
decorrida de um ato de serviço é concedida quando o policial fica
impossibilitado de trabalhar em razão de um ferimento sofrido em ação de
combate ao crime. Por anos, o benefício dava direito a um triênio de
60% do vencimento total — percentual máximo que um policial da ativa
pode atingir na carreira. No entanto, segundo a PM, o Tribunal de Contas
do Estado entendeu que o pagamento é indevido e que os policiais devem
receber apenas os triênios correspondentes ao tempo em que trabalharam. A
corporação não se manifestou sobre os descontos.
O 2º tenente Valmir Hilário de Lima, de 47 anos, foi reformado em 1999, após ser baleado na perna direita:
— Meu triênio foi reduzido de 60% para 40%. Mesmo com dois parafusos, tive que voltar a trabalhar.
Ações
Segundo
o advogado Carlos Henrique Jund, da Jund Advogados Associados, é
possível entrar com uma ação pedindo o fim dos descontos, o pagamento
integral dos triênios e a devolução dos atrasados. Para isso, deve-se
ter em mãos identidade, CPF, comprovante de residência e os
contracheques antes e depois da redução.
Precedente
boa-fé, graças a erros do poder público.
Compensação
O
presidente de Associação de Militares Auxiliares e Especialistas
(Amae), Melquisedec Nascimento, disse que os triênios de 60% são uma
forma de compensação. “O policial poderia continuar crescendo na
corporação se não fosse o acidente”, afirma.
Publicada lei sobre pena para crimes de milícias e grupos de extermínio
BRASÍLIA
- A partir de agora, é crime a formação de milícias e ou de grupos
extermínio. A presidente Dilma Rousseff sancionou lei que altera o
artigo do Código Penal e foi publicada na edição do Diário Oficial desta
sexta-feira. A lei também prevê punição mais dura para os crimes
relativos a esses grupos. O Artigo 2º do texto determina que a pena será
aumentada em um terço até a metade, se o crime for praticado por
milícia privada, sob “o pretexto de prestação de serviço de segurança ou
por grupo de extermínio”. A pena mínima é quatro anos e a máxima, oito.
Atualmente, a pena é de um a três anos.
O Artigo 288 do texto
publicado hoje no Diário Oficial da União detalha em que consiste o
crime: “Constituir, organizar, integrar, manter ou custear organização
paramilitar, milícia particular, grupo ou esquadrão com a finalidade de
praticar qualquer dos crimes (previstos no Código Penal)”, diz.
No
começo deste mês, o plenário da Câmara aprovou o projeto de lei que
tipifica o crime de extermínio e penaliza a constituição de grupo de
extermínio, milícia privada ou esquadrão, assim como a oferta ilegal de
serviço de segurança pública e de patrimônio, aumentando a pena para
homicídio relacionado a esses casos em um terço e até a metade. O
projeto passou pelo Senado e foi à sanção presidencial.
A proposta
foi elaborada a partir de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI)
que investigou as ações de grupos de extermínio e milícias privadas na
Região Nordeste do Brasil. A ideia é limitar também a ação dos
responsáveis por chacinas, nas quais são mortos civis, autoridades
públicas, policiais e dissidentes de quadrilhas, além de testemunhas de
crimes.
PMERJ volta atrás, e admitirá mulheres no próximo concurso
“As mulheres estão fazendo diferença na Segurança Pública do Rio. Se esse edital já saiu, e acho que não saiu, ele será mudado.”
A declaração é do secretário estadual de Segurança, José Mariano
Beltrame, sobre reportagem exclusiva de O DIA, publicada nesta quinta,
que revelou detalhes do edital de seleção para o cargo de soldado, com
previsão de seis mil postos — todos exclusivos a homens.
Segundo o chefe do Centro de Recrutamentos e Seleção de Praças da PM
(CRSP), tenente-coronel Roberto Vianna, o grande rigor físico exigido
para o cargo de soldado seria o motivo para ‘barrar’ as mulheres da
próxima seleção, prevista para janeiro.
A notícia, no entanto, não agradou aos altos escalões da Segurança
Pública do Rio. Em cerimônia de inauguração da Unidade de Polícia
Pacificadora (UPP) da Rocinha, nesta quinta, Beltrame afastou qualquer
possibilidade de o público feminino ficar fora do concurso.
Já o comandante-geral da corporação, Coronel Erir Ribeiro Costa
Filho, destacou o compromisso da corporação de continuar reservando
espaço para elas.
“Motim” no comando
“Tenho várias funcionárias, com destaque para a chefe de gabinete.
Ela até pensou em pedir demissão ao ouvir que a PM não abriria vagas
para mulheres. O próximo concurso vai ter reserva para elas”, garantiu
Erir Ribeiro.
Desde a infância, Daiany Barroso, 18 anos, sonha em servir à
corporação e, inconformada com a notícia, protestou. “Em um país onde
temos uma mulher na presidência, como vão nos excluir de posto da PM?”,
critica a aluna da Academia do Concurso. “Fui a primeira a me matricular
no cursinho, quero a vaga.”
“Elas são imprescindíveis nas UPPs”
Comandante das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), o coronel
Rogério Seabra é só elogios ao trabalho feminino nas comunidades.
“Elas são imprescindíveis nas UPPs. Além de competentes, passam
confiança para os moradores e ajudam o nosso trabalho. Se o motivo é de
ordem técnica, a PM tem condições de resolver isso, não é preciso
excluí-las. Por mim, teríamos mais mulheres”, afirma.
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